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Opinião: pode ser uma bobagem ou uma preocupação desnecessária. Mas o designer brasileiro muitas vezes copia sem pensar uma estética globalizada e assim produz algo de menor valor.
Muitos autores e designers brasileiros defendem a idéia de que o Brasil faz melhor negócio quando encontra sua identidade e personalidade no design, em vez de importar tendências e modelos gringos.
Eu concordo e diria até que este problema não ocorre somente com o design brasileiro, mas com a cultura brasileira em geral.
Não que tudo que é feito no Brasil (em termos de design e cultura em geral) é carente de personalidade própria, pelo contrário, mas a presença da cultura gringa em nossa terra é constante, inevitável e, por que não, massacrante. Ok, vivemos em um mundo globalizado, esta mistura é inevitável.
Mas será mesmo? Não seria uma obrigação nossa, comunicadores (e os designer com certeza se situam nessa categoria), mostrar que o Brasil é Brasil com s e não com z? Sim, é!
"Ah, mas pra que esquentar a cabeça com isso!? O que importa é fazer o serviço e recolher a grana. E além do mais, que raios de identidade é essa que o design brasileiro está carente?Design é design oras!". Oras digo eu. Design é design, mas quem faz o design é o designer. E quem é o designer que faz design? Você! Onde você mora? Que tipo de música você escuta? Quais são suas preferências e repertório? A resposta é simples, é só olhar em sua volta que vai estar cheio de informações para começar um projeto com personalidade.
Tudo lindo até agora!? Vamos complicar um pouco então. E se o sujeito (designer) vive em um condomínio fechado que imita a vida americana (na região da Chácara Flora aqui em São Paulo por exemplo)? E se esse mesmo sujeito come hambúrgueres, escuta e assiste somente enlatados americanos (alguns deliciosos, é verdade)? Como que esse sujeito pode encontrar uma identidade própria e tupiniquim se não vive nada dessa realidade?
Portanto, diria que o problema está muito mais ligado à cultura brasileira em geral. Idolatrar marcas famosas, tendências e modas não leva nenhum designer a lugar algum, embora seja importante conhecê-las.
Os softwares que nós usamos são os mesmos que os gringos usam, as máquinas também. Mas as idéias podem ser nossas, não?
Guilherme Bova - http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/id/2061
Essa é a essência do blog que quero passar...
Se alguém acha que o que o artigo trás é mentira que atire a primeira pedra...
Bom gente, muitos conhecem o google, usam todos os dias, mas não sabe como funciona, quem constrói páginas sabe a importância de ter esse conhecimento... então estou disponibilizando aqui como funciona o sistema de busca do google...
Quando fazemos uma busca no Google, ele mostra primeiro os sites mais importantes, ou seja, os que tiverem PageRank maior. Mas o que é PageRank?
Digamos que temos 5 sites A, B, C, D e E. o site B, C, D, E tem um link para o site A. Cada link é considerado como um voto portanto o PageRank do site A é alto porque recebe quatro votos. O site B recebe links do site A e E portanto esse site tem o PageRank Alto mas, é menor que o site A. O site C recebe links do site D e E, nesse caso seu PageRank é médio (dois votos), apesar de que o site B também recebeu 2 votos, entretanto o Site A é o mais importante porque tem mais links seu em outros site, então seu voto é mais importante. O site D recebe link apenas do site E, seu PageRank é baixo e por final o Site E apesar de votar em todos os outros site não tem nenhum voto, portanto seu PageRank é nulo.
Vamos analisar:
O site A tem 4 votos seu PageRank é = 100%. O site B tem 2 votos e recebeu um voto do site A (mais importante) seu PageRank é=75%. O site C tem 2 votos. Seu PageRank é = 50%. O Site D tem 1 voto seu PageRank é = 25%. O site E não tem nenhum voto seu PageRank é = 0%
Se fizer uma busca no google e todos os sites tiverem a mesma palavra chave, o primeiro lugar fica com o site A, depois o B, então vem o C, e por final em quarto lugar aparece o D. Já o site E não aparece pois não tem PageRank.
O Google tem um robô virtual chamado Googlebot. Ele faz a varredura de algum lugar da Web analisa quantos votos à página tem e através dos links, ele vai passando de site em site. No entanto se algum site na Web não tiver nenhum link para ela, então o google não poderá indexar aquela página. Ou seja, é preciso divulgar primeiro sua página, para depois o Google poder indexá-la. Quanto mais sua página tiver sido divulgada antes de lançá-la no Google, mais alto será o PageRank dela.
Como o Googlebot vai analisando site por site através de links, mesmo que sua página não tenha sido varrida, ela pode aparecer no Google, basta que você tenha adicionado em algum site de busca importante e o Google tenha varrido aquela página e encontrado um link para seu site. Então como o Google não varreu a sua página ainda, ela será mostrada apenas o link sem o respectivo título da página ou descrição/conteúdo do site.
Aumentando o PageRank.
Na verdade existem duas formas de aumentar o PageRank da página através de palavras chaves. Uma é através de votos (links) como você ficou sabendo a outra não depende de votos e sim de como o site é construído.
Aumentando o PageRank sem votos:
• A palavra chave no título do site.
• A palavra chave da URL (endereço do site).
• Que não tenha elementos oculto tipo texto em branco em fundo branco.
• O Google parece dar mais importância a web mais antiga.
• Se há imagens na página, seria interessante colocar tag alt com descrição da mesma.
• O Google gosta de sites estáveis e url's estáticas, não dinâmicas.
• O Google gosta de sites com muitas páginas, porém com poucos conteúdo (cerca de 700 a 1500 palavras).
• Boa variedade de palavras dentro da página.
• Se atualiza muito seu site, o Googlebot passa com mais freqüência em suas páginas.
Aumentando o PageRank através de votos:
• O número total de links de outros sites.
• Links de sites que estão entre os primeiros resultados para uma mesma palavra chave.
• Links de uma página para outra no mesmo site que contenha a mesma palavra chave.
• Adicionar seu site em diretórios como o Yahoo, Aonde, Cadê etc.
• Conseguir votos de sites importantes.
Qual é o PageRank do meu Site?
Bem, quando vamos fazer uma busca no Google, nós digitamos no nosso navegador www.google.com.br e depois fazemos a busca, só que o google nos dá a opção de baixar uma barra que tem muitas utilidades. Uma delas é a possibilidade de poder ver o Pagerank de cada site que visitarmos que é mostrado através de uma barra verde que vai do 1 ao 10.
O que não adianta no Google?
Links de sites importantes aumenta o PageRank, porém não significará nada se não combinar com sua busca, isso significa que se tiver um link na página da coca-cola e alguém procurar por Coca-Cola, a segunda página apresentada pode ser seu site, mas se procurarem por Pepsi, um conteúdo que também tem no seu site, mesmo que o seu site tenha um PageRank Alto por causa da Coca-Cola, outros sites poderão aparecer primeiro, principalmente se tiverem um link da Pepsi para seus sites.
Mesmo um site tendo um PageRank de 100% e tivesse muitas páginas falando do Google, ele ficaria em segundo lugar porque antes de tudo, o Google dá primeiro importância a url's. Ex: www.google.com, www.yahoo.com.br ,etc.
Quando temos um site com palavras erradas ou com palavras de vários sinônimos, nós podemos ser prejudicados, por exemplo, alguém procura por "garage" e pelo site todo estiver escrito somente "garagem" então apesar do site falar expressamente sobre o assunto o Google não o apresentará na busca. Nem nas ultimas colocações! Então use a tag de palavras-chaves para otimizar seu site.
Usar fazendas de links. Pegar dois sites e interligarem links entre si. O google reconhece isso como uma formula para burlar o sistema e ter o PageRank alto.
O poder do Google
O Google é a melhor meta buscador na internet. Ele possui um banco de dados com mais de três bilhões de páginas e mesmo assim consegue apresentá-las em menos de meio segundo ficando apenas por conta da velocidade da sua conexão com a internet e a velocidade de seu computador.
O Google não apresenta um site que fala daquele assunto, mas sim, a página com os termos digitados. É claro que numa busca, um site importante pode aparecer, mas não mostrar exatamente aquilo que você gostaria de ver, por isso procure dar uma descrição mais detalhada, ponha mais palavras-chave para que o Google possa retornar o assunto desejado.
O Google supera os outros sites de busca em quase tudo, suas páginas são leves praticamente sem imagens, Não tem janelas popup, não precisa fazer longos cadastros, atualizações e outras burocracia que vários sites do mesmo gênero nos pedem.
Caso tenha modificado as suas páginas ou acabado com alguns links (links quebrados), não se desespere, o Google varre a Web a cada quatro semanas, se o conteúdo foi mudado ou os links foram quebrados o Google os atualizará. E se você divulgou bastante seu site mesmo que não tenha adicionado sua url no Google e ele varreu seu site, numa busca seu site pode aparecer, ou aparecer uma página com aquele site de busca que você adicionou seu site.
t+ grande abraço a todos
Pessoal se vc's repararem eu tenho um leve problema com minhas senhas né... vivo esquecendo... adivinha pq q eu não posto nada aqui desde dezembro de 2004? quem falar que é pq eu esqueci a senha vai leva um safanão hehehehehe...
Olha só gente eu tô separando uns artigos legais aqui p postar aqui p discussão, então hj eu não vou me demorar aqui, pq só entrei p ver se encontrava minha senha..
falows
Não acorda, dá boot.
Não tem memória, tem HD de 10.3 GB.
Não faz análise, dá um scandisk.
Não peca, comete exceções fatais.
Não rouba, executa operação ilegal.
Não pede ajuda, tecla F1.
Não esquece, deleta.
Não evolui, faz upgrade.
Não tem dó, tem DOS.
Quando toma sopa de letrinhas, escolhe a fonte.
Não freqüenta boteco, prefere ambiente Windows.
Não tem cérebro, tem gerenciador de dispositivos.
Não guarda rancor, faz backup das mágoas.
Não tem raízes, tem configurações regionais.
Não desmarca compromissos, remove programas.
Não faz implantes, adiciona novo hardware.
Só fica em segundo plano pra configurar papel de parede.
Não gosta de mulher conservadora, prefere as de configuração avançada.
Só usa tabelinha do Excel.
Só mostra documento do Word.
Sempre freqüenta o Powerpoint da rapaziada.
No restaurante, pede o menu iniciar.
Não aumenta, maximiza.
Quando está com gripe, toma antivírus.
Não socorre, salva.
Não tem motorista, tem driver.
Olá pessoal! depois de um longo período sem postar nada estamos de volta! muito interessante essa matéria vale a pena conferir!
Mesmo em uma mídia composta basicamente por textos, a linguagem gráfica se faz necessária. É ela a responsável pela perfeita comunicação entre o conteúdo da mensagem e seu público.
Marcos Nähr
As várias etapas da construção de uma imagem visual já vem sendo estudadas há algum tempo por psicólogos e sua opinião é unânime: a visão não é uma percepção que ocorre por inércia, uma recepção de objetos e formas exteriores que se impõe em bloco a células visuais passivas.
O sistema que capta os fótons é necessário, sem dúvida, mas ele é insuficiente para induzir uma imagem das coisas que nos cercam. Para completar o processo é necessário uma atividade cerebral que transforme as informações implícitas em informações explícitas, um processo que converta descargas elétricas em imagens coerentes.
Os objetos e formas não chegam até nós como tais, são reconhecidos e reconstruídos por nosso cérebro, dotado de capacidade de análise, de síntese e de hierarquização. Não é o olho, mas sim o cérebro que vê.
Mas como o cérebro constrói uma imagem, a imagem daquilo que acredita estar ali, mas não está realmente?
Neste processo estão aparentemente envolvidas duas etapas. De um lado uma interpretação simbólica, que vai evoluindo em níveis cada vez mais complexos, de outro uma comparação ao que se entende como realidade.
A imagem global é construída em etapas sucessivas em direção a um nível cada vez mais alto de integração que proporciona uma imagem visual completa.
Uma sensação, uma simbolização, uma comparação, uma percepção e novas simbolizações em escala cada vez mais complexa. Estas são as principais etapas da atividade cerebral envolvida na criação da imagem. Nesta integração efetuada em bloco, conta mais o conjunto do que os detalhes que o constróem.
A nossa visão implica funções de análise, de reconhecimento e de reintegração num quadro familiar.
Esta comunicação sinestésica e subliminar que chega até nossos olhos através de cores, tipos, formas gráficas e estilos pode ser chamada de design invisível.
Esta linguagem explicitamente gráfica do design invisível pode ser considerada um dos objetos principais de construção e transmissão de uma mensagem.
É por isto que mesmo em uma mídia composta basicamente por textos, a linguagem gráfica se faz necessária. É ela que será responsável pela perfeita comunicação entre o conteúdo da mensagem e seu público. [Webinsider]
fonte: http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/id/2210
falows
Ai designer's e marketeiros de plantão, leiam essa reportagem que tá muito boa!
O design a serviço do marketing da experiência
http://www.valor.com.br/veconomico/?show=index&mat=2458353&news=1#
Por Angela Klinke | Valor Econômico - 01/07/2004 - edicão nº 1043
"Os melhores produtos são a personificação da marca na vida dos consumidores." A afirmação do designer Martin Darbyshire, presidente do escritório de design "tangerine", sediado em Londres, é a melhor tradução do que habita a mente criativa desse londrino de 42 anos, que revolucionou o conceito de conforto nos vôos de classe executiva. Responsável pela criação da poltrona da British Airways que se transforma em uma cama totalmente horizontal de 1,82 m, Derbyshire chega a São Paulo hoje, onde dará palestra na Fiesp sobre como a inovação e o design podem direcionar um negócio. Convidado pelo British Council, juntamente com o Centro de Design do Paraná e o Centro São Paulo Design, o empresário, que leva no currículo oito livros publicados e 11 prêmios de design na Europa, Estados Unidos e Ásia, mostrará como o design certo, alinhado com a estratégia de negócios pode render lucros à empresa. "Muitas vezes, menos pode ser mais. Produtos simples, mas com um bom design podem alcançar vendas surpreendentes."
Valor: Qual a maior dificuldade encontrada na hora de discutir um novo projeto com as empresas?
Martin Derbyshire: Além de criativo, sou empresário, então entendo as preocupações das empresas na redução de riscos, mesmo quando se quer inovar. Sempre que possível, eliminamos redundâncias e trabalhamos com a simplicidade. O grande desafio é convencer o pessoal de marketing de que menos é mais, e que nenhuma pesquisa garante o quanto determinado produto irá vender. É preciso sempre lembrar que design também é uma forma de marketing.
Valor: O que se deve levar em consideração quando se pensa em design de objetos?
Derbyshire: O homem é sempre o ponto de partida para qualquer atividade de design. Não se pode começar a criar algo sem saber quem vai usar e quais suas aspirações sobre o produto. Dessa forma, é possível criar novas experiências desenhando poltronas de avião, vasos sanitários, elevadores ou equipamentos de som. Todos envolvem experiências de vida e devem ser desenvolvidos para atingir as metas propostas no que tange tanto o "business plan" da empresa, quanto os anseios do consumidor.
Valor: O design é hoje a ferramenta que mais ajuda a vender ?
Derbyshire: O design é hoje uma dos maiores diferenciais que um produto pode ter. As pessoas desejam comprar marcas e as marcas são pautadas em bons produtos, que precisam oferecer experiências marcantes ao consumidor. Muitas vezes essa experiência está na simplicidade do desenho. Veja o caso do iPod, que não tem qualquer excesso, e mesmo assim tem 80% de market share no segmento de MP3.
Valor: Regionalização e reciclagem também são atitudes pertinentes no mundo do design?
Derbyshire: Pesquisas globalizadas com referências locais são a chave do negócio. Pessoas e seus comportamentos são produtos de suas culturas e isso é sempre importante na hora de criar. Mas como as pessoas estão viajando muito, é inevitável que certos produtos sejam semelhantes em diferentes partes do globo. Quanto à reciclagem, eu acredito sim na reutilização dos materiais, mas para usá-los na oferta de produtos, há de se mudar a mentalidade do consumidor, a demanda, e isso só acontece com educação, conscientização e alterações na legislação.
Sempre achei que o design forma tem que caminhar lado a lado com o design função, e sempre defendi essas idéias, mas há os que acham que a forma elimina a função (ou ao menos inibe), para esses, aí está mais um para engrossar nossas fileiras de opinião, e mostrar que mesmo com simplicidade pode se explorar a estética.
grande abraço a todos!
PS: Se vc gostou da matéria, deixe seu recadinho com a sua opinião sobre o assunto, para que possa levantar a idéia de todos e montar ai um bate papo com os "dois lados da moeda"
É moçada, cada vez mais a informática faz parte do nosso dia a dia, olha a conversa entre um cliente descontente e o suporte!!!
Pessoal, essa é do meu amigo Juneco.
Que tal um requião light? Rouba aos poucos,
tudo muito light!!!
Abaixo Requião sempre!!!

T+ pessoal, sem muito comentários para isso, a imagem por si só já é tudo.
Olá pessoal, estamos aqui novamente para infelizmente estarmos comentando a mais nova peripécia do nosso governador, de cancelar os vestibulares dos novos cursos da Universidade Estadual de Maringá.
Ainda não estou convicto de que ele realmente conseguirá, afinal os prejuízos serão muitos, desde prejuízos pessoais, por parte de alunos até governamentais, visto que muito se foi investido nas cidades anfitriãs dos cursos em questão.
Levando em consideração também que nosso governador muito fala mas pouco faz, nos mais recentes exemplos disto estão a guerra contra os bingos e contras os pedágios. Tivemos ai muitas promessas mas pouca ação e hoje estão todos lá, nos seus devidos lugares, intactos sem nenhuma ameaça de baixarem as portas.
Acredito que agora estejam perseguindo as universidades mais por richa pessoal do que por motivos concretamente governamentais. Visto que a falta de verba por eles apontadas é completamente absurda já que todos os cursos foram aprovados após passarem por rigorosas avaliações e estudos sócio-ecômicos nas regiões hospedeiras.
E por não conseguirem mover uma palha nos dois exemplos atrás, agora caçam os cursos talvez para satisfação de ego pessoal, e provar para si mesmo não ser um governo incopetente. Só que se esquecem que nessa brincadeira estão em jogo não só a educação de qualidade para pessoas que realmente necessitam, mas também toda uma econômia local. Visto que muitos dos estudantes vem de outras regiões, fazendo assim movimentar fortemente a economia local.
Continuando ainda a falar sobre a incoerência do governo, a comunidade estudantil ainda não conseguiu entender as ações de um governo que diz ser do povo e elogia o MST dizendo ser um exemplo de organização e que o mst é o coração da nossa economia, e em outro momento simplesmente fecha cursos de graduação das universidades públicas, deixando alunos e comunidade a ver navios. E em outro momento promete a construção de universidades no litoral. Desrespeitando completamente a confiança que passamos a ele com nossos votos.
Nós como comunidade acadêmica estamos muito revoltados, por termos que passar por essas situações. Por irmos nas faculdades e não encontrarmos professores para ensinar, e ainda por não sabermos se poderemos ou não ter uma formação de boa qualidade.
E estamos dispostos a brigar por isso, brigar por um ensino de qualidade que a muito vem sendo prometido mas pouco se vem fazendo.
Ai eu pergunto a todos, e inclusive ao presidente:
- Universidade para todos?
Não era esse o plano do nosso atual presidente? e o que tem feito para isso?
Já sei, tem deixado pessoas como nosso governador fechar cursos atrás de cursos. Por questões políticas??? Por questões pessoais???
Quem sabe. O que sei é que aida teremos muito "pano pra manga".
Um grande abraço a todos.
Mente aberta
e que "a força estejam com vocês"!!!
Bom pessoal, essa é uma dúvida que paira na cabeça de muitos de nós, estudantes de design, esse é um artigo do ilustrador Montalvo Machado, o link também é muito interessante...
falows...
Matéria sobre ilustração e design, entre otras cositas.
E ai Cibele? blza? essa é p vc, na noite do desfile...

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